
...Rô...
...13/9/89...
...interior paulista...
Já fui criança (ainda sou), já fui fada, já fui sanguinária, já fui espiã, já fui princesa, já fui guerreira, já fui onça (ainda sou), já fui ninja, já fui espadachim, já fui amazona, já fui sacerdotisa, já fui bruxa (e tento ainda ser), já fui sereia, já fui birrenta (ainda sou), já fui só lágrimas, já fui só sorrisos, já fui lágrimas entre sorrisos, já fui palhaça, já fui noiva, já fui professora, já fui aluna (eterna aprendiz da vida), já fui tanta coisa, em tantas ocasiões, e volto a ser às vezes, mas na maior parte do tempo eu só sou alguém:
Tentando me encontrar
Tentando me entender
Tentando me dominar
Tentando ser melhor
Tentando ser alguém
Tentando ser feliz
Tentando não me importar
Tentando não decepcionar mais ninguém
Tentando viver...
e aprender...
♥
Apaixonada ♥
♥ Por palavras e em todas as formas de expressá-las,
embora, ainda não saiba como usá-las oralmente.
♥ por História e Filosofia.
♥ Mais que apaixonada por um homem que apareceu meio que
do nada e agora não vou mais deixá-lo ir embora.Alexander,
te amo demais!
♫Música♪
tem vez que me dói viver
como pode ser, como pode
nunca se pode crer
em ninguém
simples ser humano com H
esse osso roer não é mole, eu devo confessar
o meu amor já não tem mais tanta frescura
a minha vida não suporta compostura
e assimilando toda a situação
sigo tranqüila com muita perturbação
espero um dia não tomar o tal prozac
e nem perder o fio da comunicação
na vadiagem glorifico ao meu rei
no prosseguir, confesso também errei
espero ser uma pessoa quase sã
pra nunca ter que conhecer o diazepan
Fio da comunicação
Dona Zica
Histórico:
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Código html:
Cristiny On Line
Layout:
Rô (é eu mesma!)
Atualizado em Setembro de 2006
Ser humano, e não saber amar simplesmente...ciúmes e posse, querer...exigir mais do que se pode. Egoísmo.
Necessidade e dependência,exclusividade...exclusividade.
Dor...estupidez...burrice...uma faca de dois gumes, e os dois gumes cortam o meu peito. Sangue astral, virtual, dor real, palpável.
Amar e desejar, ser amada...
"Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente"
Não se sente?
Criancice, inexperiência, dor e dor
Lágrimas, insegurança, incapacidade, inutilidade
Baixa auto-estima em alta
Necessidade única, só minha
Dependência única, só minha
Pergunto o que quero responder
Não respondo sem perguntarem
Falo em códigos inexplicáveis
Em enigmas indecifráveis
Que exijo que decifrem e percebam
Não sei falar claramente
E se eu falo o objetivo se perde
Se eu peço, não tem valor
Por que não percebem do que quero falar?
Sobre as coisas que me importam?
Eu ouço o que me contam
Mas quando quero falar, a atenção não é suficiente
O que eu faço não importa
Nem o que eu quero
O que me importa só importa para mim
Necessidade idiota de atenção e carinho
Que eu disfarço bem ou mal demais
Necessidade que nunca passa
Necessidade que faz com que eu tenha necessidade que sintam necessidade de mim
Necessidade que ninguém tem
Que ninguém deveria mesmo ter
ENIGMA QUE NINGUÉM DECIFRA: sou eu
Mas ainda aprendo a não precisar tanto de ninguém
A não querer agradar ninguém, a não fazer tanto o que quero que façam para mim
Um dia eu cresço, meu coração se endurece, e se aquece (sozinho), eu aprendo eu mudo
Não serei mais eu que nem sei quem sou
Será que alguém sentirá diferença? Será que eu farei falta para alguém?
Continuo mandando enigmas:
em cada canto, em cada detalhe
em cada palavra, em cada carinho
em cada sorriso, em cada olhar
em cada mensagem, em cada imagem
em cada lágrima, e na ausência de cada coisa